10 Alquimistas que nos deixaram legados modernos

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10 Alquimistas que nos deixaram legados modernos

alquimia, pedra filosofal
Simplificando, a alquimia é o estudo da transmutação de metais básicos em ouro, bem como a criação da panaceia universal, um remédio que curaria todos os males. Embora os alquimistas tenham sido relegados para o mesmo patamar de bruxos e charlatões, os cientistas modernos estão descobrindo que os alquimistas estavam um pouco certos. Não totalmente, porque existem muitas teorias alquímicas que, se forem verdade, já dizia o filósofo "o bagulho vai endoidar".
Em alguns casos, porém, os alquimistas históricos tiveram um impacto duradouro no mundo que os rodeia — talvez não da maneira que eles esperavam. Sigam-me os bons.


10.

Zósimo de Panópolis

alquimia, pedra filosofal
Distillation equipment of Zosimos, Codex Parisinus 2327 via wikimedia
Zósimo de Panópolis viveu por volta de 300 d.C., e na época, havia uma mistura definida de diferentes escolas de pensamento religioso, erudito e filosófico; os romanos ainda estavam reprimindo esta nova religião chamada Cristianismo, e coisas do tipo (aquele tempo foi louco).
Os escritos de Zósimo estavam entre os primeiros a tentar conciliar as opiniões divergentes e, finalmente, transmutou -pegaram o trocadilho, hein hein?- a Alquimia em uma ciência mais respeitável, abrindo o caminho para alquimistas séculos a frente. Sua ciência foi chamada de "Chemeia", uma palavra egípcia que significa "terra preta" que seria um dos elementos básicos e blocos de construção do mundo. Ele associa Chemeia à Chemes, o nome de um dos personagens do livro de Enoque, supostamente o filho de um anjo caído com uma mulher humana. Segundo a teoria romana na época, as ciências ocultas eram obra do mal, trazendo para o mundo todos os males que afligiam a humanidade. Zósimo pôs uma ótica diferente sobre isso -os demônios são na verdade a intenção de manter a humanidade em uma névoa de sofrimento causado pela ignorância.
A alquimia então, torna-se a maneira pela qual o homem aprende a manipular o mundo à sua volta, dissipando a sombra da ignorância e tornando-se liberto do mal. Ele pode ter ajudado a dar à alquimia e as ciências uma chance de lutar, mas isso não significa que o seu trabalho real sobre alquimia se assemelhasse exatamente com o caminho da ciência convencional. De acordo com estas obras, parte de sua compreensão veio na forma de um sonho no qual ele conversou com um sacerdote que estava de pé na frente de um altar. O padre disse que ele havia sido esfolado e mutilado, sua carne e seus ossos do corpo queimados e transformados em um espírito puro. Zósimo acordou com o entendimento de que este era o processo que os elementos básicos necessitavam para serem transformados. Quando ele caiu no sono novamente, ele viu o mesmo lugar, com o altar em forma de tigela agora preenchido com água fervente e pessoas gritando. Um homem de cobre escreveu em uma tábua de ferro, enquanto as pessoas na água ferveram até a morte. Zósimo interpretou tudo isso como o dar/receber e o transformar de todas as propriedades.



09.

Maria, a Judia

alquimia, pedra filosofal
Mary the Jewess - Michael Maier's Symbola aurea mensae, Frankfurt, 1617
Nós sabemos muito pouco sobre Maria, a Judia, também conhecida como Maria, a Profetisa ou Maria Hebraea. O que sabemos dela vem dos escritos de Zósimo, — acima mencionado — que a cita frequentemente em seu próprio trabalho. Ele não nos conta quando ou onde ela viveu — só que ela estava entre os antigos sábios de quem ele aprendeu. Existem alguns ensinamentos bastante básicos que formam o núcleo fundamental de suas crenças que deram forma às  suas práticas alquímicas. Todas as coisas são basicamente as mesmas; As suas formas finais são apenas uma questão de como elas são combinadas. O homem e os metais são compostos pelos elementos básicos e, por exemplo, nutrindo o cobre, podemos criar ouro, assim como nutrir um homem, perpetuará a sua vida. Ela também acreditava que objetos como metais seriam machos ou fêmeas e que os metais poderiam morrer, assim como as pessoas, plantas e animais; mas sua morte seria apenas uma mudança de forma — quando as plantas são queimadas, morrem e mudam de forma, tornando-se cinzas ou corantes. Ao expor os metais ao fogo, eles também mudam, liberando suas almas sob a forma de vapor. Isso nos leva à sua descoberta útil, a quem o mundo é, ainda hoje, agradecido diariamente — o banho de vapor. Para um aquecimento lento e gradual dos experimentos, em vez de manipular as substâncias diretamente no fogo, ela descobriu que era possível controlar melhor a temperatura se fosse por meio da água(Balneum Mariae) — que até hoje chamamos de banho-maria(entendeu o porquê do "Maria  ?").
Além disso, ela criou também dois equipamentos de destilação (alambique), com duas ou três saídas para destilados — o dibikos e o tribikos — e um aparelho para sublimação, sendo-lhe ainda atribuída a descoberta do ácido clorídrico.



08.

Isaac Newton

alquimia, pedra filosofal
Sir Isaac Newton, reprodução/telegraph
As contribuições de Newton para o mundo convencional da matemática e ciência são bastante conhecidas, então vamos dar uma olhada em suas práticas alquímicas menos divulgadas. Na época de Newton, a alquimia não era mais uma pesquisa de ponta. Era uma ciência arcaica, medieval... e a ciência moderna já a deixara na poeira. Para Newton, porém, ainda era fascinante, e enquanto ele não publicou sua pesquisa alquímica como publicava suas outras descobertas, ele ainda escreveu uma enorme quantidade sobre ela. Particularmente, ele pensou estar no caminho certo para encontrar a Pedra Filosofal. Um agente de cura universal e transmutativo, a pedra era uma das metas-finais para muitos alquimistas que vieram antes dele. Newton passou uma grande quantidade de tempo examinando as obras de seus predecessores e tentando decodificar o que escreveram. A maioria dos alquimistas escrevia em uma espécie de código críptico que fazia com que seus trabalhos se parecessem com uma novela de fantasia de mau gosto. Não era prata, era "Pombas de Diana", e o "sangue menstrual da sórdida prostituta" era o minério de antimônio... e assim por diante. Uma vez que nenhum alquimista queria que os outros obtivessem suas pesquisas, os códigos de todos eram diferentes, e as obras de Newton são tão enigmáticas quanto - senão mais, já que ele usa alguns dos termos padrões de uma maneira que ninguém mais o fez. Uma vez que os documentos alquímicos de Newton vieram à luz, pesquisadores da Universidade de Indiana começaram a examinar os documentos e a tentar traduzi-los. Em um, ele descreve como Saturno (normalmente usado como o código para o chumbo, mas no material original de Newton é na verdade um minério chamado estibina) tem seus grilhões desatados, "então, surgirá um vapor brilhando como uma pérola". Ele fala sobre a Luna brilhante (prata) e a criação do Lyon verde (também estibina). A escrita é incrivelmente romântica e tão distante de um livro de ciência como poderia ser - especialmente vindo de um dos grandes gênios científicos e matemáticos do mundo. Newton passou cerca de 30 anos tentando reunir tudo o que podia sobre a pesquisa de alquimistas anteriores com o objetivo final de criar a resposta para o enigma final - e encontrar a chave para os mistérios do mundo.



07.

Edward Kelley

alquimia, pedra filosofal
Edward Kelley, por Thomas Pennant via wikimedia
Uma figura muito misteriosa, há mais do que não sabemos sobre Kelley do que sabemos. Não temos certeza absoluta de quando nasceu, como era sua aparência a não ser o único retrato que pintou de si mesmo; como ele morreu, ou como ele passou os muitos dos seus anos intermediários. A informação que temos é muitas vezes contraditória, mas sabemos que ele fez algumas contribuições bastante improváveis ​​na forma de inspiração para a literatura e o teatro. Sua vida era tão improvável que inspirou trabalhos como O Alquimista de Ben Jonson e, supostamente, ele teria sido uma das encarnações anteriores de Aleister Crowley.
Nós sabemos que ele teve uma parceria notória com John Dee, um favorito da Rainha Elizabeth. Juntos, o alquimista e o mago alegaram serem capazes de transformar os metais básicos em ouro. Em 1588, Dee escreveu que Kelley lhe tinha mostrado os segredos da alquimia. Em 1589, Kelley tinha estabelecido-se no tribunal do imperador Rudolf II, e ele tinha sido tão bem recebido em Praga que no ano seguinte, ele já possuía terras, um título e sua cavalaria. Enquanto ele estava lá, Elizabeth teria escrito para ele repetidamente pedindo apenas um pouco do pó especial que ele criara para transformar metais em ouro, pois ela realmente poderia usá-lo para ajudar a financiar seu exército. O rumor era que ele podia colocar qualquer metal em um cadinho, adicionar uma substância misteriosa, mexer, aquecer e produzir ouro. Ele também estaria em contato com anjos que transmitiram-lhe algum de seus conhecimentos arcanos.
O sucesso de Kelley foi tão curto quanto você já esperava. De acordo com uma versão da história, ele acabou envolvido em um duelo com um funcionário do tribunal em 1591. O duelo foi ilegal e, apesar de tentar fugir, ele foi capturado e preso, quando uma perna sua foi quebrada e amputada. O que aconteceu a seguir é largamente discutido, mas pensa-se que ele foi transferido de uma prisão de castelo para outra, e apesar de ter recebido um perdão de Rudolf, ele sentia tanta dor em sua perna que ele decidiu acabar com sua própria vida tomando veneno. Outras versões da história dizem que foi o próprio Rudolf quem ordenou que Kelley fosse preso e de modo algum deu-lhe um perdão. Nessas histórias, sua prisão foi ocasionada pelo seu fracasso em cumprir com as entregas prometidas de grandes quantidades de ouro alquímico.



06.

Jean Baptista Van Helmont

alquimia, pedra filosofal
Jan Baptist van Helmont, Mary Beale via wikimedia
Alquimia e química sempre tiveram uma espécie de relação estranha. De certo, elas são bem parecidas; afinal, são ambas ciências que usam propriedades inerentes para transformar as coisas em outras coisas. A ponte entre as duas foi construída em grande parte pelo trabalho de um cientista belga do final do século XVI e início do século XVII. Originalmente estudando para ser médico, Jean Baptista van Helmont passou quase uma década estudando não apenas remédios, mas também os efeitos dos produtos químicos no corpo. Ele é quem descobriu o dióxido de carbono, fez os primeiros avanços reais na compreensão do processo de digestão e apesar disso, teve uma prática médica incrivelmente infrutífera, em grande parte porque ele nunca aceitou o pagamento por quaisquer tratamentos médicos que ele administrava. Ele também fez alguns avanços bastante impressionantes na botânica, e mesmo enquanto ele estava sendo investigado pela Inquisição espanhola, ele mediu a taxa de crescimento de uma árvore de salgueiro e comparou-a com o solo em que foi plantada. Encontrando o solo inalterado enquanto a árvore cresceu, ele foi um dos primeiros a provar que as plantas cresciam através da absorção de água. Ele também acreditava que deveríamos compreender tanto o corpo humano quanto o mundo em que vivemos para realizar a alquimia. Ele acreditava que isso era a base para tudo e que nenhum avanço poderia ocorrer até que isso fosse feito. Parte de seu trabalho — a busca pela fonte da vida e do crescimento das plantas — estava enraizado em suas crenças alquímicas. Van Helmont acreditava na ideia de uma matéria prima; Em vez da ideia dos elementos básicos, ele pensou que havia uma coisa que formava a base da vida e, com base em sua pesquisa botânica, ele pensou que a matéria-prima para as plantas era a água. Enquanto ele nunca afirmou ter desvendado os segredos para fazer uma Pedra Filosofal, ele afirmou ter visto uma em ação. Ele descreveu isso como sendo da mesma cor que "açafrão em pó" e disse que ele uma vez a usou para transformar 200 gramas de mercúrio em ouro.



05.

Ge Hong (Ko Hung)

alquimia, pedra filosofal
Ge Hong via IEP
Às vezes, a vida oferece uma grande ajuda irônica que você não pode deixar de perguntar se existe alguém lá fora que está apenas brincando com a humanidade. Ge Hong foi um alquimista chinês que viveu, escreveu e trabalhou na virada do século IV. Ele nasceu em um mundo de agitação civil, quando as palavras eram tão valorizadas que ele, com seu discurso do sul e sua falta de eloquência, encontrou-se lutando em um mundo que valorizava uma perspectiva mais nortenha.
Gr Hong fez tudo certo para si mesmo, eventualmente recebeu o título honorário de Marquês, tudo em reconhecimento por suas estratégias militares e sucessos. Mas, ele estava realmente interessado em filosofia, alquimia e na ideia de que todos poderiam alcançar a imortalidade. Haviam algumas coisas que ele acreditava sobre o que era necessário para tornar-se imortal, e no topo da lista estava a ideia de que tudo estava cercado por uma "unicidade" e, para canalizar essa unicidade, eram necessárias uma grande quantidade de paz interior e serenidade. Havia também o aprimoramento dessa energia, que ele acreditava que poderia ser feito tomando medicamentos herbais e compostos criados através da alquimia. Ouro criado a partir de processos alquímicos, afirmava a teoria, nunca queimaria, oxidaria, desapareceria ou morreria. E ingerir esse ouro passaria aquelas virtudes para o corpo humano.
Ao longo de suas experiências alquímicas, ele tropeçou em algo que seria exatamente o oposto da vida. Enterrado em seus escritos está uma das primeiras menções da combinação de enxofre e salitre — a base para a pólvora. Salitre era um ingrediente incrivelmente comum na alquimia oriental, mais do que em obras europeias; simplesmente porque era muito mais comum na Ásia. Já no terceiro século, os alquimistas descobriram a cor violeta reveladora que era produzida com a queima do salitre, e foi Ge Hong que o combinou com enxofre, argila e um punhado de outros minerais na tentativa de criar algo que geraria ouro alquímico e consequentemente — segundo sua crença — imortalidade. A pólvora propriamente dita não viria séculos muito mais tarde — por volta de 850 d.C. — mas existe algo maravilhosamente irônico sobre a base das munições de armas modernas sendo usada por um alquimista à procura da vida eterna.



04.

Paracelso

alquimia, pedra filosofal
Paracelso, reprodução/gnosticwarrior
Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, conhecido pelo pseudônimo de Paracelso, era uma estranha combinação de químico, alquimista e médico à frente de seu tempo. O início do século 16 foi uma época em que ainda era amplamente aceito que todos os males do corpo eram governados pelos quatro humores, uma teoria apresentada pelos antigos gregos. Boa parte do trabalho alquímico de Paracelso baseava-se na ideia de que haviam quatro elementos - terra, ar, água e fogo - e que haviam também uma série de espíritos naturais que representavam cada um desses grupos - gnomos, silfos(ou sílfides), ondinas (ninfas), e salamandras, respectivamente. Não podemos vê-los, mesmo que habitem o mundo ao nosso redor. Eles viveiram em harmonia absoluta porque não seriam capazes de cruzar as fronteiras entre os elementos, e viveriam entre 300 e 1.000 anos, com os elementais da terra, os gnomos, tendo as vidas mais curtas. Mas ao mesmo tempo em que ele estava escrevendo sobre ninfas e gnomos, ele estava queimando livros de textos médicos que tinham sido escritos pelos antigos mestres gregos. Ele acreditava que o corpo humano era, na sua forma mais básica, pouco diferente dos materiais que eram a base da alquimia.
Tal como o chumbo poderia ser transformado em ouro, pensou, os órgãos do corpo poderiam ser transformados de doentes para saudáveis com o mesmo tipo de princípio. E isso significava usar produtos químicos no corpo, assim como os produtos químicos eram usados ​​no laboratório de alquimia. E faz muito sentido. Esta mistura de alquimia e remédios é o que se tornou a toxicologia, e Paracelso foi o primeiro a aplicar experiências alquímicas ao corpo humano - com o uso de mercúrio para tratar a sífilis. As más-línguas (quase todos naquela época) ficaram horrorizadas com a ideia de que materiais inorgânicos poderiam ser usados ​​no corpo; enquanto Paracelso insistiu que, em vez de reviver todos os textos antigos, eles precisavam abrir os olhos, observar e experimentar.
Sua teoria foi o pontapé inicial que inaugurou o desenvolvimento de uma nova ciência, embora a maioria das coisas que Prescelso estava prescrevendo não fossem realmente as curas que ele achava que fossem. Alguns dos produtos químicos que ele estava prescrevendo para as pessoas incluíam mercúrio, arsênico e chumbo (!!!). Famoso por dizer que o veneno era apenas uma questão de dose, ele também fez outra descoberta importante que mudaria uma parte diferente do mundo para sempre - ele criou o láudano, um sedativo/analgésico à base de álcool e ópio.



03.

Johann Friedrich Bottger

alquimia, pedra filosofal
Johann Bottger, reprodução/sueddeutsche
Bottger viveu na virada do século 18 e, como muitos de seus alquimistas contemporâneos, era visto tanto como um homem com poderes mágicos como uma completa fraude. Ele possuía apenas 19 anos quando foi convocado para o tribunal de Frederico Augusto I; ele foi ordenado pelo rei a cumprir suas afirmações de que poderia transformar metais básicos em ouro. Descobriu-se que o país estava completamente quebrado, e quando seu país está quebrado, sair por aí afirmando que você pode criar ouro não é necessariamente uma atitude inteligente.
A primeira reação de Bottger foi tentar fugir do país, mas ele foi pego e devolvido à prisão domiciliar e novamente ordenado a fabricar ouro se ele quisesse manter sua cabeça em cima do pescoço. Felizmente para ele, o rei aparentemente era um tipo bastante compreensivo, pois ele teve permissão para trabalhar na tarefa por anos.
Em 1709, ele não produzia exatamente o tipo de ouro que ele estava procurando, mas ele produziu outro tipo: "Ouro Branco". A porcelana havia sido desenvolvida na China no ano 620 d.C., mas sua fabricação era um segredo bem guardado. A Porcelana abriu caminho até a Europa nos anos 1300, e era tão valorizada quanto o ouro. Importar era a única maneira de obtê-la, então possuir um conjunto de porcelana significava que você tinha dinheiro para gastar. Ela então ganhou seu apelido de ouro branco e foi muito procurada pela alta classe da sociedade. Artistas e artesãos tentaram há décadas produzir porcelana na Europa, mas eles falharam de forma consistente... até que os alquimistas se envolvessem na história.
Bottger, juntamente com o cientista mais tradicionalmente aceito Ehrenfried Walther von Tschirnhaus, primeiro produziram uma cerâmica vermelha e pesada; mas sua próxima descoberta — uma réplica perfeita da porcelana chinesa — foi suficiente para manter seu benfeitor feliz e levou à criação da porcelana européia, a segunda melhor coisa depois do ouro em si.



02.

Robert Boyle

alquimia, pedra filosofal
Retrato do honrável Robert Boyle (1627-1691), filósofo irlandês. via wikimedia
O trabalho de Robert Boyle é muitas vezes ensinado como material sério, sendo o cientista irlandês creditado como um dos pais da química moderna. Ele estudou os gases, as propriedades do ar e do vácuo com afinco, lutando para que seus contemporâneos abraçassem sua nova maneira de pensar. E, como Newton, ele também embarcou na alquimia. Bem fundo.
Como muitos desses contemporâneos, ele não estava apenas trabalhando nas ciências - ele estava tentando encontrar uma maneira de conciliar ciência com religião. Em seus artigos em Transações Filosóficas, ele fala sobre relatos de fenômenos sobrenaturais e justifica sua existência argumentando que o sobrenatural é prova das ações de Deus na Terra. A alquimia, portanto, seria uma espécie de ponte entre o que era cientificamente possível e a manifestação do poder de Deus, o que, obviamente, não podemos entender completamente.
Alguns dos primeiros escritos sugerem que uma das primeiras faíscas que inflamaram o interesse de Boyle pela ciência foi a procura pela Pedra Filosofal. Cartas que escreveu para sua irmã lamentam seu fracasso em descobrir a pedra e, enquanto se debateu quão sério ele estava sendo, ele também escreveu artigos sobre suas próprias tentativas de transmutação. Quando ele criou um solvente que poderia dissolver o ouro, ele falou sobre isso no contexto de não apenas transformar parte em prata, mas em termos de ser o Mercúrio Filosófico, que tem sido um dos primeiros passos na criação da tão almejada Pedra Filosofal.
O trabalho de Boyle também segue de mãos dadas com o tratado alquímico de As Doze Chaves de Basil Valentine. Os 12 passos devem ser os passos para a criação da pedra, mas eles são tão criptografados que o processo não é tão direto como parece. Como as de Newton, as inclinações alquímicas de Boyle foram exploradas recentemente, já que também usou códigos crípticos para velar a verdade sobre o que estava explorando.
Uma descoberta importante de Boyle foi a chamada Lei de Boyle-Mariotte, onde ele dizia que o volume de um gás varia de acordo com a pressão de forma inversamente proporcional, e as propriedades do ar e do vácuo, ele também acreditava que o calor era um movimento mecânico que estava relacionado com a agitação de moléculas.



01.

Hennig Brand

alquimia, pedra filosofal
A descoberta do fósforo, Joseph Wright of Derby/Wikimedia
Ao longo da história, examinamos o mundo ao nosso redor de maneiras bastante estranhas. O excremento humano, afinal, nem sempre foi considerado um resíduo indesejado, e para os alquimistas do século XVII, era uma matéria-prima incrivelmente valiosa. O alquimista alemão, Hennig Brand, talvez não tenha encontrado ouro literal em suas sessões de "chuva dourada", mas ele encontrou outra coisa que mudou a face da ciência para sempre — o fósforo.
Em 1669, Brand estava trabalhando no antigo problema da criação de ouro alquímico. Nascido em 1630, serviu como soldado na Alemanha por um curto período de tempo, e eventualmente se casando com uma mulher rica, Brand se retirou de seu trabalho como fabricante de vidro para assumir a alquimia. Depois que sua primeira esposa morreu, ele se casou com uma segunda esposa (também rica) e recrutou seu filho para ajudá-lo no laboratório que ele já estava estabelecendo.
Ele tinha uma teoria de que a água era a base da vida. Ele disse que a água possuía algumas qualidades bastante místicas, e a água que passara pelo corpo humano deveria ser extra mística. Ele acreditava que ele havia tropeçado em um dos componentes que faltavam para transformar os metais básicos em ouro, e ele começou suas experiências. Ao longo desses experimentos, ele utilizou cerca de 5.600 litros de urina. Como ele conseguiu tal quantidade é uma boa pergunta, embora se afirme que ele preferiu usar urina de pessoas que bebiam muita cerveja por causa da cor dourada. Também não se sabe exatamente o que ele estava fazendo com toda a urina, mas acredita-se que ele primeiro tenha deixado os baldes escaldarem no sol, e houve, sem dúvidas, muita fervura e extração de algumas das camadas que se separavam durante os vários processos. Quando ele destilou seu produto final, ele descobriu que havia feito um pó branco que cheirava a alho e queimava quando era exposto ao ar.
Brand estava convencido de que a substância estranhamente inflamável era a Pedra Filosofal, e ele a chamou de fósforo, o portador da luz. Ele ficou nisso por seis anos antes de finalmente admitir a si mesmo que, enquanto ele não poderia utilizá-lo para transformar qualquer coisa em ouro, ainda era bastante útil quando se tratava de produzir luz.

Até hoje utilizamos sua importante criação. Felizmente, não precisamos mais usar urina para produzi-la.


Fonte(s)  listverse, wikipedia (1), (2), (3)
Capa  O Alquimista de David Teniers, o Jovem

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